quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Masmorras e Dragões!!!!!



E aê galera...
 
A postagem de hoje é sobre um jogo que eu conheci, tive contato, mas pelo Pc “poderoso” que eu tinha não conseguia jogar. Eu já era viciado em fantasia medieval e jogava RPG com um grupo de amigos, comecei jogando uma campanha pronta baseada no sistema D20 chamada “First Quest”. Campanha que jogava com um anão guerreiro chamado “Delvar – Punhos de Ferro”, com o qual eu cheguei no Nível 5 e morri combatendo um Dragão Amarelo... Porra, morri bonito.


Guardo a ficha dele até hoje, e recentemente pesquisando na internet encontrei a ficha de todos do grupo....
  







Enfim, em uma outra mesa o mestre comentou que existia um jogo de ARCADE de “D&D”, e nessa época foi que eu me aventurei em buscar emuladores e descobri que existia um emulador de ARCADE e nessa busca eu descobri o MAME e depois de conseguir um PC novo pude jogar Dungeons & Dragons....
 


Com todo respeito ao lendário Golden Axe, mas Dungeons & Dragons chegou de voadora representando todo o universo do D&D de tabuleiro num jogo fodastico de vídeo game.
 
Lançado em 1993 pela grandiosa CAPCOM, o jogo rodava nos ARCADES na placa CPS (Capcom System). Dungeons & Dragons, com o subtitulo de aventura “Tower of Doom”, oferecia uma aventura no mundo de Forgotten Realms e trazia um jogo com todas as regras do RPG de mesa.

Os personagens


Neste jogo temos 4 personagens a nossa escolha, sendo configurados em 3 raças e 3 classes. Dimsdale o Anão guerreiro, Crassus o humano guerreiro, Greldon o humano clérigo e Lucia a elfa guerreira-maga.



Cada personagem jogava dentro das habilidades e limitações de sua raça e classe. Se eu fiquei impressionado com os recursos de itens e compra de itens de “Blades of Vengeance”, Dungeons & Dragon, chegou de voadora também, pois tinha baús com itens pelas fases, moedas e jóias, itens mágicos, passagens secretas, e em cada cidade que passávamos antes de iniciar a fase podíamos comprar equipamentos como flechas, martelos de arremesso, óleo, poção de cura e etc.

Acredito que foi o primeiro jogo com sistema hack in slash que disponibiliza um inventario ao personagem. Com um botão acessávamos os itens descartáveis do personagem que podiam ser abastecidos nas lojas ou pela fase encontrados pelo caminho.
Personagens que utilizavam magia como a maga e o clérigo tinham um segundo menu de inventario com suas magias e podiam encontrar pergaminhos que aumentavam seu nível de magia.

Estava a disposição do jogador uma quantidade considerável de itens consumíveis, armas mágicas e também itens temporários de bônus. 

A História

 
Na aventura o objetivo é conter um mago maligno na sua grande torre, passando no caminho por várias criaturas clássicas do cenário de Dungeons & Dragons pelo mundo de Mystara.

Em 1996, a CAPCOM lança “Dungeons & Dragons: Shadow  over Mystara”, uma sequência digna de mestre pois não desapontou em nada para uma franquia ousada e com sucesso. 

Na verdade Shadow over Mystara melhorou em todos os aspectos, pois agora temos 6 personagens e 4 classes. Temos acrescentados, Syous, o mago e Moriah a ladina.




E cada personagem tinha um segundo conceito de arte, totalizando assim 12 personagens. Nesse jogo enfrentamos várias criaturas clássicas de D&D como, fera deslocadora, beholder, dragões, trols e o chefe final que é a feiticeira se revelando como um grande Dragão vermelho.
Moriah
Shannon



Lucia
Kayla
Crassus

Jarred
Greldon
Miles
Dimsdale
Hendel
Syous
Draven

A campanha poderia ter tido uma sequência, mas fechou com chave de ouro.
Chamado de Crônicas de Mystara o jogo foi relançado agora em 2013 na steam, Live e PSN, com os 2 títulos em HD.

As capas dos jogos:



É isso aê galera, te +...

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