segunda-feira, 8 de março de 2021

Pequenos Guardiões (Mouse Guard) - O Machado Negro

 E aê galera,

  

Continuando com a resenha sobre Mouse Guard (Pequenos Guardiões), hoje vamos tratar de uma história sobre uma figura mítica da Guarda dos ratos, também dividido em 6 capítulos, o título de hoje é:

 

O Machado Negro

(MOUSE GUARD - Pequenos Guardiões)


Nesta edição veremos a história de Celanawe, como um rato da Guarda assumiu o manto do herói lendário e portador de uma arma igualmente mítica, o Machado Negro.

Junto com ele são apresentados EM, CONRAD e o rei furão LUTHEBON.

 




 

Prólogo


Mostra uma narrativa de uma carta escrita por Gwendolyn na Primavera de 1153. Mostrando o trabalho da Guarda neste inicio de estação, com reparo sobre o estrago trazido pelo Inverno e proteção sobre os predadores que despertam.

A matriarca relata sobre o desaparecimento de Lieam, mas reconhece que existem tarefas mais importante ao coletivo que buscar um único rato.

Lamenta a perca de Celanawe e reconhece que a Guarda e os ratos precisam se unir para superarem os obstáculos.

 

 

Capítulo Um

Na Primavera de 1115 vemos Celanawe numa praia trabalhando na construção de um posto. Ele fala sobre Em, uma velha rata que descobriu ser uma das ultimas de sua linhagem familiar, e também descobre o paradeiro de seu último parente vivo.

Então Em chega a praia voando sobre um corvo e é observada por Celanawe. Feras (pescadores) estavam a espreita. Então Celanawe resolve se aproximar para salvar a rata até então desconhecida. Assim que eles adentram na grama as pescadores atacam o pássaro. Os ratos passam a ser caçados pelas pescadores, mas fogem após Em encontrar um pato e falando a língua do animal lhe pediu ajuda.

Já em segurança Em revela que veio a pedido de Bonwyn, a matriarca a qual Celanawe se submetia, e que Celanawe e ela são parentes e possuem uma missão a resolver. A busca pelo Machado Negro.

Capítulo Dois

Ambos chegam em Port Sumac e procuram conseguir um barco para sua jornada em busca do Machado Negro. Foram até o Sino Marinho, local onde encontraria alguém disposto a se vender para o serviço.

Lá encontraram dois ratos discutindo. Um era Roarke, o capitão dos capitães, e o outro era Conrad, que se achava no direito de ocupar tal cargo. Celanawe então se intromete e sugere que o capitão autorize Conrad a viajar com ale além dos limites do mapa e prove que era digno de tal cargo, pois assim sugeria a rega, que o capitão dos capitães, seria alguém capaz de tal ato. Ambos selam um acordo e Celanawe conseguiu seu barco e seu capitão.

O trio navegou até adentrar o Mar do Norte.

Em contou a história do Ferreiro, que forjou o Machado Negro com suas lágrimas após perder sua família para feras, e viajou até Lockhaven para entregar o machado a um rato para vingar sua família. O machado passou de guerreiro a guerreiro por séculos até que desapareceu. Porém com ajuda dos outros animais, já que Em falava com eles, a rata descobriu onde o machado enfim estava.

A viagem não foi tranquila como desejavam, o navio naufragou.

 

Capítulo Três

Celanawe foi deixado na praia pelas ondas e após um pouco de busca encontrou Em. Após vasculhar a praia encontraram os restos de um rato que identificaram como sendo o ultimo portador do machado, Benn. Corvos lhes contaram sobra a chegada e morte de Benn, e que seu assassino partiu em direção a colina.

Quando chegaram ao local perceberam que se tratava da morada de grandes feras. Ambos passaram por baixo da porta e logo foram vistos pela fera em seu trono.

Após uma troca de ameaças, o furão se apresenta como Luthebon, rei de Ildur. O rei se mostra juto e honrado e questiona o que os ratos buscam. E Em fala sobre a morte de seu ancestral. O rei conta que um boato surgiu de uma criatura acabaria com os furões e ocupariam o local. Durante o jantar a criatura surgiu e fora devorada sem o menor esforço.

Em percebe a contradição, pois encontrou o corpo de Benn e questiona se o rei sabia o nome do rato inimigo. Luthebon afirma que era Merek e mostra a arma que o rato usou para ataca-lo. Um Machado Negro.

Celanawe exige o machado e o rei se nega, diz que o guarda como exemplo ao que acontece com quem se coloca como seu inimigo. Celanawe se coloca ao serviço do rei em troca do machado e o rei lhe dispensa. Porém no mesmo momento outros furões adentram o salão com o filho do rei morto. Foi atacado por uma raposa.

Celanawe se propõe a vingar o filho do rei e Em exige o machado como arma. O rei não aceita ceder o machado até que Em se coloca como garantia.

 

 

Capítulo Quatro

Celanawe adentra no labirinto onde a raposa se encontrava, durante a manhã do dia seguinte Celanawe começou sua busca pela raposa, em posse do lendário Machado Negro. Não demorou e a gigantesca fera apareceu, passando diante do rato como um inimigo impossível a derrotar.

Celanawe deixou que a fera passasse e inesperadamente encontrou Conrad a perambular pela névoa. Contou-lhe sobre a busca, mostrou-lhe e arma mítica e quando questionado se era o lendário portador do machado, confirmou.

Rastrearam as pegadas da raposa. E as perderam. Mas foi nesse momento que foram encontrados pela fera. Uma perseguição se iniciou. Celanawe atacou a raposa e caiu diante dela. Conrad saltou para atacar a fera e acabou com suas pernas presas na boca da raposa. Celanawe saltou para golpear a fera e acabou acertando a perna de Conrad. Caíram numa área mais fechada do espinheiro onde puderam se cuidar, mas a fera estava furiosa e se forçava entre os galhos. Os ratos atraíram a raposa até que a fera ficou presa entre os galhos e com um golpe final foi derrotada.

Enquanto pegava o olho da fera como prova de seu feito, Celanawe percebeu que haviam dois filhotes de raposa. A mãe acabara de ser morta pelo Machado Negro. Conrad estava disposto a eliminar as futuras feras, mas Celanawe não desejava o sangue dos filhotes.

 

 

Capítulo Cinco

Retornaram ao palácio na colina e entregaram a prova ao rei, que estava visivelmente preocupado. Logo perceberam o corpo morto de Em sobre o trono. Um dos furões, pegou Em de forma descuidada e seu corpo frágil não resistiu. O rei entregou a pele do furão que matou Em para Celanawe, providenciou um enterro digno para a velha rata, e concedeu moradia aos ratos em sua ilha com proteção real.

Durante algum tempo Celanawe e Conrad viveram em Ildur, mas por fim resolveram regressar a Lockhaven. Durante todo esse tempo que convivera, Celanawe e Conrad se tornaram amigos. O marujo passou a usar uma perna de pau. Ao chegarem a terra dos ratos, Conrad e Celanawe sabia que a prova que Conrad precisava para exigir sua posição como capitão dos capitães era o Machado Negro, porém concordou em manter o Machado e seu portador em segredo e assim se despediram.

Celanawe adentrou em Lockhaven e descobre que a matriarca havia falecido e que seu registro no livro da Guarda havia sido removido.

 

Capítulo Seis

Celanawe se dirige até Shorestone, e procura o arquivista local.

Os dois adentram em um local secreto e o arquivista começa a falar sobre o machado e a ordem que gerencia a arma e o herói. A linhagem do ferreiro é chamada de Farrer, e Celanawe descobre que sua linhagem não empunha a arma mítica, mas busca um portador e confia a ele o uso do Machado Negro.

Conrad surge na mente de Celanawe como uma opção para ser o portador do machado, mas ao retornar ao porto e velo embriagado e alterado, Celanawe confirmou em seu coração o que já havia sido decidido em seu íntimo.

Conrad empurra Celanawe do penhasco, mas o rato da Guarda consegue se segurar e evitar a queda ao mar. Aproveitando seu registro deletado e agora uma morte forjada, Celanawe decide ser ele mesmo o Machado Negro.

As últimas paginas revela que Lieam compartilhou com Kenzie e Saxon, no Verão de 1155, que ele estava em posse do Machado Negro e agora assumia o manto do herói. Assim como Celanawe precisou desaparecer dos registros e agir anonimamente, Lieam seguiu o exemplo e entregou sua capa para que servisse de prova que ele havia perecido.

 

Epílogo

Lieam sonha com um corvo em forma fantasmagórica, e está figura lhe fala sobre a história dos portadores do Machado Negro, antes dele chegar às mãos de Celanawe e agora nas suas. E alerta ao jovem ruivo sobre a responsabilidade de empunhar o Machado e carregar seu título.



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